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Ator francês Louis Garrel ganha retrospectiva no CCBB

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os sonhadoresConhecido por interpretar homens sedutores, o ator francês Louis Garrel é tema de retrospectiva no Centro Cultural Banco do Brasil.

O galã de 29 anos já atuou em 21 filmes, como “Os Sonhadores” (2002), de Bernardo Bertolucci. Aliás, o longa é destaque da mostra “Louis Garrel, o Ator Fetiche do Cinema Francês”.

A programação conta também com “Canções de Amor”, “Bela Junie”, “Bem Amadas”, “Amores Imaginários”, “Um Verão Escaldante”, “Amantes Constantes” e “A Fronteira da Alvorada” –esses três últimos são assinados por seu pai, o diretor Philippe Garrel.

Entre os destaques estão dois curtas dirigidos por Garrel: “Meus Camaradas”, de 2008 e Aprendiz de Alfaiate, de 2010.

Louis Garrel, o Ator Fetiche do Cinema Francês
Onde? CCBB – Rua Álvares Penteado, 112
Quando? 9 a 27 de janeiro
Ingressos: R$ 4,00

Truffaut ganha retrospectiva na Cinemateca

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Considerado um dos pais da Nouvelle Vague, movimento da vanguarda cinematográfica da França nos anos 60, e um dos mais conceituados cineastas franceses, François Truffaut ganha uma retrospectiva de suas obras na Cinemateca Brasileira a partir de hoje até 8 de abril. O evento integra a programação “Semana da Francofonia” que leva produções culturais de países francófonos a diversos circuitos culturais da cidade.

A mostra vai resgatar grande parte da filmografia do cineasta, sendo aberta com a exibição de “Os Incompreendidos”, vencedor da Palma de Ouro em Cannes. Completam a programação “Jules e Jim – Uma Mulher Para Dois”, “Fahrenheit 451” (1966), “A Noite Americana” (1973), “O Último Metrô” (1980) e “E a Noiva Estava de Preto” (1967). O público também poderá conferir “Acossado”, de Godard, no qual Truffaut desempenhou o papel de roteirista, “Ladra e Sedutora”, filme de Claude Miller baseado num roteiro de sua autoria, e um documentário sobre sua vida e sua obra.

Truffautt iniciou sua carreira cinematográfica nas páginas da revista Cahiers du Cinéma, fundada em 1951 por André Bazin, Jacques Doniol-Valcroze e Joseph-Marie Lo Duca. Ali, atuando como crítico, conheceu uma geração que faria história trocando as máquinas de escrever pelos equipamentos de filmagem. Ao lado de Godard, Chabrol, Rohmer, Resnais e Rivette, entre outros, desenvolveu nas páginas do periódico a teoria do cinema de autor e nas telas a poética da nouvelle vague. Foi assistente de Roberto Rosselini, co-produtor de O Testamento de Orfeu, de Jean Cocteau, e escritor do roteiro de Acossado, de Godard. Dedicou um livro antológico de entrevistas a Alfred Hitchcock e, em seus filmes, deixou registradas suas paixões pela literatura, pelo cinema e pelas mulheres.

Para conferir a programação, clique aqui.

Retrospectiva François Truffaut
Onde? Cinemateca Brasileira – Largo Senador Raul Cardoso, 207
Quando? Até 8 de abril, terça a domingo, das 16h às 21h
Ingressos: R$ 8

Mostra francesa de cinema grátis na internet

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O portal Terra vai exibir a partir de hoje todos os filmes participantes da segunda edição do festival online de cinema francês, My French Film Festival. Organizado pela Unifrance Films, a mostra acontecerá até 1º de fevereiro.

A programação inclui 10 filmes de curta-metragem e 10 longas, produzidos pela nova geração de cineastas franceses.  Além dos concorrentes, serão exibidos também dois filmes e um curta-metragem que não competem no festival: “La Traversée de Paris” e ‘La Vérité’, dos consagrados diretores Claude Autant-Lara e Marc Bisaillon, respectivamente, e o curta Trotteur, de Arnaud Brisebois et Francis Leclerc. Para completar a oferta cinematográfica, o Terra TV reunirá em um canal especial, durante o período da mostra, entrevistas com os 20 diretores das produções apresentadas no concurso e trailers de todos os filmes e curtas concorrentes.

Os internautas poderão assistir de forma gratuita a seleção de filmes, por meio do canal My French Film Festival, no Terra TV, e votar nos favoritos. Além do voto popular, o evento conta com um júri, composto por jornalistas internacionais e por blogueiros, facebookers e twitteiros, que escolherá qual das produções levará o prêmio de melhor filme do Festival.

Confira a seleção de filmes:

Longa-metragem:
Concurso:
8 fois debout, de Xabi Molia
Belle épine, de Rebecca Zlotowski
Case départ, de Thomas Ngijol, Fabrice Eboué, Lionel Steketee
D’amour et d’eau fraiche, d’Isabelle Czajka
Entre nos mains, de Mariana Otero
J’aime regarder les filles, de Frédéric Louf
La reine des pommes, de Valérie Donzelli
Memory lane, de Mikhael Hers
Pauline et François, de Renaud Fely
Un poison violent, de Katell Quillevéré

Fora do concurso:
La traversée de Paris, de Claude Autant-Lara
La Vérité, de Marc Bisaillon

Curta-metragem
Aglaée, de Rudi Rosenberg
C’est à Dieu qu’il faut le dire, d’Elsa Diringer
L’Accordeur, d’Olivier Treiner
J’aurais pu être une pute, de Baya Kasmi
Le Meilleur Ami de l’Homme, de Vincent Mariette
Petit Tailleur, de Louis Garrel
Monsieur l’Abbé, de Blandine Lenoir
Dripped, de Léo Verrier
Cul de Bouteille, de Jean-Claude Rozec
Le Silence sous l’écorce, de Joanna Lurie

Fora do concurso:
Trotteur, de Arnaud Brisebois et Francis Leclerc

Conexão Cult indica: Copacabana

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Feriado no meio da semana, ainda não sabe o que fazer? O Conexão Cult indica o filme Copacabana, que foi exibido na 34ª edição da Mostra Internacional de Cinema e agora está em cartaz no circuito paulistano.

Sexto filme do cineasta francês Marc Fitoussi, Copacabana gira em torno de Babou, interpretada pela excelente Isabelle Huppert, uma senhora jovial que passou a vida ignorando as convenções sociais. Ela nunca se casou ou teve um emprego fixo, levando uma vida nômade ao lado da filha Esmeralda, Lolita Chammah (que, aliás, é filha da atriz na vida real).

Ela precisa, mas não consegue emprego e sonha em viajar ao lugar de seus sonhos, o Brasil, o detalhe é que não há cenas feitas no Brasil e a praia de Copacabana não aparece. Em compensação toda a trilha sonora é composta de músicas brasileiras.

Entretanto, a vida inconseqüente de Babou acaba sendo motivo de vergonha para a filha, que ao marcar a data do seu casamento decide não convidar a mãe para a cerimônia com medo de que ela a envergonhe na frente dos convidados.

Magoada, Babou decide mudar. Ela sai do interior da França e aceita um emprego em Ostend, uma chuvosa cidade da Bélgica. O bico consiste em distribuir panfletos de apartamentos de locação temporária, mas, aos poucos, a cinquentona consegue convencer sua chefe (Aure Atika) de que pode ir além. Divertida, melancólica e, por fim, muito alto-astral, a história ainda faz uma homenagem ao Brasil.