Margareth Menezes e Linn da Quebrada encerram a segunda temporada de Seguindo a Canção, projeto da Casa Natura Musical com a Faculdade Descomplica 

O encontro traz discussões sobre a importância do coletivo à luz da música Quem Tem Um Amigo Tem Tudo, de Emicida com Zeca Pagodinho, e parte das pautas sugeridas pelo Dia da Consciência Negra (20 de novembro) para abordar temas como a visibilidade às requisições do movimento negro, a necessidade de se dar protagonismo à mulheres e homens pretos e de reconhecer seus trabalhos, vivências e histórias, garantindo assim mais acesso e representatividade

O programa terá ainda participação de  Esteban Cipriano, professor da Faculdade Descomplica e fundador do Instituto Conectar Diversidade e Inclusão, e apresentação e mediação de Aisha Mbikila – presente na capa da publicação Forbes Under 30, que aponta jovens brasileiros que são destaques em diversas áreas. No programa, Margareth Menezes se apresenta diretamente da Casa Natura Musical e dialoga com Linn da Quebrada, que participa remotamente de sua casa. Os assuntos que norteiam a conversa são a canção Quem Tem Um Amigo Tem Tudo, do Emicida com o Zeca Pagodinho, lançado no último disco do rapper paulistano, AmarElo, de 2019; e o Dia da Consciência Negra, celebrado no dia 20 de novembro. No palco da Casa, Margareth também apresenta um pocket show com músicas como A Beira e o Mar, Passe em CasaElegibô – Uma História de Ifá e Cordeiro de Nanã.

Cantora e compositora, Margareth é precursora do samba-reggae e do movimento Afropop Brasileiro, um dos nomes mais expressivos do carnaval baiano e intérprete de hits como Faraó e Dandalunda. Já foi indicada ao Grammy Latino e ao Grammy Awards, além de ter feito turnê com David Byrne e ter ganhado a alcunha de Aretha Franklin Brasileira pelo jornal L.A. Times. Em 2019, lançou o álbum Autêntica, com patrocínio da Natura Musical. “Eu uso ferramentas da coletividade para continuar. O artista é um emissor que coloca uma reflexão de si para esse coletivo”, opina Margareth Menezes durante o programa, comentando sobre a importância de se estabelecer parcerias e do impacto dessas co-participações na própria história da música brasileira.
 
Já Linn da Quebrada é uma artista multimídia que despontou em 2017 com a faixa, Enviadescer. Em 2018, lançou Pajubá, disco que encabeçou várias listas de melhores do ano com a sua mistura radical de funk com house. Neste ano, Linn está de volta com Trava Línguas, lançado com patrocínio da Natura Musical. “A minha voz se torna eco e faz parte de uma outra coisa. Ganha coro, força, e é aí que a coisa fica mais potente e eu posso ocupar minha menor grandeza”, diz Linn da Quebrada,  reforçando sua necessidade de ser um canal para o público, estabelecendo conexões, sobretudo, com pessoas que tenham pontos em comum com suas experiências e vivências.
 
CASA NATURA MUSICAL
Rua Artur de Azevedo, 2134, Pinheiros, São Paulo
www.casanaturamusical.com.br e www.sympla.com.br.
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Marisa impulsiona marca paulistana no SPFW N52

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Marisa, maior rede de moda feminina e lingerie do Brasil, marca presença como patrocinadora do São Paulo Fashion Week N52, o maior evento de moda do Brasil e o mais importante da América Latina. Com a missão de fomentar o empreendedorismo feminino, Marisa escolheu a marca Mama Di African Clothes, uma das selecionadas pelo Festival SPFW + Regeneração, que reúne ações inclusivas, sustentáveis e culturais. A marca paulistana foi escolhida para passar por um processo de imersões e workshops para o desenvolvimento de uma coleção cápsula, a ser apresentada no evento como um desfile virtual, no formato de fashion film. No final do projeto, a Mama Di African Clothes recebeu um prêmio substancial para acelerar o próprio negócio. Todas as etapas do processo criativo foram registradas em um minidocumentário, veiculado nas redes sociais da Marisa.

A escolha pela Mama Di African Clothes, entre as dezenas de marcas selecionadas pela SPFW, se deu por ser um negócio idealizado por uma mulher, em sinergia com o objetivo da Marisa de estimular o protagonismo feminino. O projeto #BemEmpreendedoras iniciou com uma jornada de workshops na sede da empresa, na Barra Funda, onde a responsável pela Mama Di African, a costureira Diane Ferreira e seu filho Greyfus Romualdo, passaram por uma verdadeira imersão dentro do universo de Marisa na companhia de três mentores especiais – a estilista Juliana Jabour, o idealizador e diretor criativo do SPFW, Paulo Borges, e a head de estilo da Companhia, Andrea Iha.

Muito além das passarelas, o SPFW é hoje um festival de conhecimento, inovação, sustentabilidade e empreendedorismo. Para a Marisa, como marca que coloca a mulher no centro de tudo, é uma honra atuar como parceira do Festival e participar ativamente com estímulo a novos projetos, principalmente aqueles que orbitam no universo feminino. Estamos apoiando uma entre as milhares de mulheres que atuam em todas as etapas do processo de desenvolvimento dos produtos, fazendo a indústria da moda acontecer nos quatro cantos do país”, explica Andrea Iha, head de estilo da Marisa.

O objetivo do projeto #BemEmpreendedoras é valorizar a jornada criativa e enriquecer a exposição da marca dos empreendedores selecionados, com a exibição do desfile virtual e o making-of do processo de criação das peças. Com o desafio concluído, os empreendedores receberam um prêmio em dinheiro para investir no próprio negócio. A iniciativa contou com a parceria das empresas Sun Special, que cedeu o maquinário, e da Tex Prima, que cedeu os tecidos.

“Participar do projeto foi uma grande surpresa. Com as dificuldades enfrentadas durante a pandemia, estávamos sem esperanças de conseguir alavancar a nossa marca. Agora poderemos retomar o sonho de seguir em frente e crescer. Estou me planejando para fazer novos cursos e me especializar cada vez mais. A nossa coleção em parceria com a Marisa está incrível”, conta Diane Ferreira, idealizadora da Mama Di African Clothes.

Artista Plástica Chris Barreto inaugura Mostra de Arte em espaço cultural em Guarapari

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Artista Plástica Chris Barreto  inaugura Mostra de Arte em espaço cultural em Guarapari. É a primeira exposição após a explosão que foi sua exibição –  A Group Art Show in Both Spaces. no último dia 24.07 na NYC Arts Empire, esta localizada na 454/456 Broadway – Soho em Nova Iorque.Chris Barreto ,  por  ser uma Artista Multimídia.

Artista Plástica, Fashion Designer, Cantora e Compositora, que iniciou sua carreira no Rio de Janeiro onde viveu na década de 90. Chris Barreto era a única artista brasileira do evento e sua cores chamavam atenção  das pessoas pela janela da BWY . 

A Capixabense Chris Barreto tornou-se bem conhecida quando  Madonna usou uma de suas peças, e, possui em seu curriculum várias exposições de Arte incluindo o Museu de História Natural e o Museu do Guggenheim. 

A Exposição “Bem perto de Nossos Olhos” reúne obras de vários artistas de Guarapari, e, foi marcada por uma noite de autógrafos com escritores locais, no espaço Cultural Tzion

Fotografia, artes plásticas, literatura e muita cultura. A exposição “Bem perto de Nossos Olhos”, reúne seis artistas locais, cuja abertura deu-se ontem (11.11.2021), extendendo até o dia  30 de novembro, no Espaço Cultural Tzion Imóveis, no Centro de Guarapari. 

Serviço:
Exposição “Bem perto de Nossos Olhos”
Data: 11/11 à 30/11
Local: Av. Joaquim da Silva Lima, 298, Ed. Jacob Miranda, Loja 1, Centro – Guarapari
Telefone: (27) 99801 – 4141.

 MidiaRedes sociaisInstagram  @chrisbarretooficialSite www.chrisbarreto.com

Acontece em São Paulo até o dia 05/12 a Mostra de Cinema Italiano

Os 32 filmes do 16 Festival de Cinema Italiano 2021 no Brasil podem ser vistos gratuitamente através do link www.festivalcinemaitaliano.com (programaçao completa)até o dia 05 de dezembro quando acontece o Premio Pirelli de Melhor Filme.

Erica Bernardini, curadora do festival promete excelentes filmes e inesquecíveis momentos cinematográficos no streaming. Erica foi vestida para a abertura restrita e com 50% da capacidade do auditório, pela maior estilista da alta sociedade brasileira, Madame Tiyomi Kitasato do Atelier Tiyomi que criou algo totalmente cinematográfico e memorável inspirado nas grandes mulheres do cinema italiano e nos filmes míticos como o cult ” Sete Homens de Ouro” de Marco Vicario. Na abertura do evento também esteve presente ,Cesar Alarcon,  (foto) CEO da Pirelli, associada da Italcam .

Vale a pena se atualizar sobre o cinema italiano.

Exposição fotográfica na Avenida Paulista destaca a arte de rua

Em evento gratuito, a mostra Arte na Rua revela e reflete como sutilezas de um elo entre os artistas de rua e as pessoas em situação de vulnerabilidade

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O público que visita a Avenida Paulista aos domingos, quando ela está aberta para o lazer, vai ganhar uma exposição fotográfica. A mostra Arte na Rua é de autoria do fotógrafo e ator Carlos Garcia , que vislumbrou uma arte de rua como um elo de conexão entre a população que vive ou transita em torno da avenida. “A exposição é uma forma de mostrar que a arte de rua ajuda a conectar transeuntes, artistas e, principalmente, pessoas em situação de rua”, diz. O evento acontecerá todos os domingos de outubro, a partir das 9h30, próximo à estação de metrô Trianon Masp.

Cada imagem revelação alguma forma de conexão. Entre as 22 fotos preto e branco com tamanho 100 x 70 que fazem parte da exposição, o fotógrafo ressalta a história de Jonathan Neves, cantor e capa do Tim Maia, que faleceu de covid-19, em fevereiro passado. “Jonathan sempre foi acolhedor e simpático. Tinha um público fiel e muitos dos seus fãs eram pessoas em situação de rua. Um grande artista e cidadão consciente que respeitava toda a diversidade ao seu redor ”.

Outro destaque da exposição é o registro da performance teatral “Maiêutica e o parto das ideias”, da artista Raquel Mutzemberg. Enquanto a atriz chama a atenção de uma pessoa em situação de rua, outros se contentam em assistir atrás de um vidro, como se estivessem em um aquário. “Depois que fiz o registro, ficou muito nítido a divisão de dois mundos. É como se as pessoas em situação de rua invisíveis. Os casos dos casos, elas estão ali porque não tiveram outra opção ”.

Primeira exposição fotográfica na Avenida Paulista destaca a arte de rua

Exposição Arte na Rua – GRATUITO

Local: Avenida Paulista, próximo à estação Trianon Masp

Dados: todos os domingos, a partir das 9h30

Cineasta paulistano Mauro Amar lança “Introdução ao Sueco”, documentário autobiográfico

Longa-metragem mostra momentos que considerava felizes do seu próprio cotidiano, registrados ao longo de sete anos

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Introdução ao Sueco é uma obra autobiográfica com estética documental que transita entre fatos reais e ficcionais. O diretor e personagem principal Mauro Amar documenta cenas do cotidiano ao longo de sete anos e convida o espectador a participar de sua vida: o Bar Mitzvah do filho, o encontro com amigos e família ou até uma simples corrida pela manhã antes do trabalho se juntam a situações vindas de um outro espaço e tempo como as aulas de sueco, viagens e ensaios de sua banda. Ao criar um amplo mapa de imagens que possibilita o espectador navegar pelas diversas situações que envolvem a criação do filme, o documentário se transforma em uma espécie de obra interativa, que poderá ser assistida nas plataformas digitais a partir de 14 de outubro.

Mauro Amar é um cineasta independente nascido em São Paulo. Começou no departamento de cinema da TV Cultura. Trabalha há 20 anos com publicidade, longas e séries, na função de supervisor de pós-produção. Codirigiu e escreveu quatro curtas metragens: Projeto de redençãoMissa dos escravos e Bagagem de mão (exibidos no festival de cinema de Jerusalém), e Sozinho, além de dirigir vários vídeos de música para as bandas Pin Ups, Againe, Los Pirata, Lava e Space Invaders. Dirigiu e escreveu o longa-metragem de ficção Estranho e está lançando seu primeiro documentário em longa-metragem, Introdução ao Sueco.

Conversa com o diretor 

Você filmou ao longo de sete anos. Você pensou em desistir ao longo desse período?

Nunca pensei em desistir, muito pelo contrário, queria continuar filmando, mas um dia um amigo me disse que hora de parar, que eu tinha que colocar um ponto final, decidir qual seria o último dia de filmagem e começar a montar.

Houve algum momento que você considerou importante e que você vivenciou, mas que não conseguiu captar?

Queria ter filmado as aulas de dança folclórica da minha filha, mas ela desistiu da dança antes que eu pudesse filmar. Queria ter filmado uma outra mesa de bar com amigos. (Fica para o próximo)

 O filme todo é permeado pelo “fazer cinematográfico”. A todo momento vemos ajustes da câmera, a narração. Estamos sempre dentro e fora da experiência. Como é a sua relação com o cinema e com esse fazer cinema?

Começou como uma coisa engraçada, mas depois o montador incorporou essas imperfeições como sendo coisas que acontecem no nosso cotidiano e que deveríamos deixar as imperfeições do dia a dia da filmagem no filme. Trabalhei alguns anos em publicidade, em grandes produções, aprendi a fazer filmes com bem pouco, bem simples.

Quais são suas principais referências cinematográficas para compor a obra?

Caro Diário (1993), de Nanni Moretti.

Introdução ao Sueco

Exibição a partir de 14 de outubro, nas plataformas: YouTube Filmes, Google Play, iTunes, Apple TV, Now, Looke, XBPIX

Ficha Técnica

Brasil / Documentário / 95 min. / Cor / 2021

Direção: Mauro AmarRoteiro: Mauro Amar; Luiz Karam (colab.)
Produtor: Mauro Amar
Fotografia: Raul Carielo, Sergio Jacobina, João Carneiro
Colorista: Ely Silva, abc
Montador: Rodrigo Sobrero
Som: Amplimix
Música: Ando Ehlers, Lilium, Psoy Korolenko and Oy Division, Freeborn Brothers
Colaboração: Sérgio Jacobina, Porkão Kincey, Maria João B Kincey, Braulio Vidile, Ian Amar, Amanda Wahlstrom Plantin, David RingBack, Daniel Grabarz e Roni Grabarz
Pós-produção de Imagem: Dot Cine

Sinopse: Com o desejo de documentar as várias nuances da vida cotidiana, o diretor e personagem central, filmou seu dia a dia ao longo de sete anos. Mas, durante a produção sentiu a necessidade de encontrar uma nova narração para o seu cotidiano.

Centro Cultural Correios SP recebe exposição gratuita da UP Time Art Gallery

Exposição internacional começa em outubro em um dos pontos mais tradicionais de São Paulo

A UP Time Art Gallery, galeria itinerante que busca democratizar a arte contemporânea, abre a exposição Arte Que Nos Une, no dia 9 de outubro, no Centro Cultural Correios SP, no centro de São Paulo. A mostra é gratuita, traz ao público uma visão artística do que é essencial em cada um de nós e lembra que todos somos parte de uma mesma energia.

“A arte nos mostra o caminho para enxergar no outro um irmão. O reconhecimento da universalidade e a superação de preconceitos viabilizam a construção de uma realidade mais feliz, de um mundo melhor. E isso começa com a democratização da arte. De todos para todos, acessível a todo o público, a todas as classes e artistas”, explica Marisa Melo, curadora artística, artista visual e fundadora da UP Time Art Gallery.

Em meio a tantos desafios globais, que vão da saúde até o meio ambiente, a galeria irá trazer, para a exposição, obras de artistas de diversos países, como: Brasil, África do Sul, Argentina, Espanha, França, Portugal e Suíça. “Nós buscamos constantemente valorizar a diversidade artística. Percebemos que a força da expressão vem justamente da diversidade e desse encontro de tendências, culturais e artes que sobrevivem, se entrelaçam e, consequentemente, se enriquecem”, conta Marisa.

A exposição também entrega ao público a possibilidade de união de culturas por meio de canções e pinturas. De acordo com Marisa, as artes vão retratar o que já se chamou de “distância tão sofrida em um mundo tão separado”. Segundo ela, “buscamos a união, o intercâmbio, um ambiente multifacetado e multicultural. Onde olhos e ouvidos despertem. A reconhecer que a beleza, talento e o amor desconhecem fronteiras.

Alex Persson – Memorias Rio Sao Paulo – Acrilica sobre tela 200 x 100 cm

O local desse encontro é emblemático: São Paulo, que além de ser o expoente da arte, é também uma grande mistura de etnia, onde cidadãos se encontram na esperança de uma vida mais feliz e mais pacífica. Nesse “crossroads” cultural, árabes e judeus, africanos e asiáticos se encontram e vivem um sonho de paz e liberdade”, finaliza Marisa.

“Arte Que Nos Une” estreia em outubro e fica até dezembro no Centro Cultural Correios SP, no Prédio Histórico dos Correios, no Vale do Anhangabaú, coração da metrópole paulistana.

Serviço
Local: Centro Cultural Correios SP
Endereço: Praça Pedro Lessa, s/nº, Vale do Anhangabaú, Centro, São Paulo.
Horário: de segunda a sexta das 10h às 17h.
Visitação: 09 de outubro a 10 de dezembro de 2021.
Entrada gratuita.
Acesso para pessoas com deficiência.
Classificação etária: Livre.
Informações: (11) 2102-3691.
E-mail: centroculturalsp@correios.com.br
Site: http://www.correios.com.br/cultura.
Como chegar: Metrô – Estação São Bento, saída para o Vale do Anhangabaú.

Sobre a UP Time Art Gallery

Galeria de arte itinerante que reúne artistas do Brasil e de países da Europa para disseminar o que há de melhor no cenário da arte contemporânea. Fundada por Marisa Melo, artista, curadora artística e crítica de arte, a galeria de arte alcança mais de 30 países ao redor do mundo, isso porque ela funciona em formato digital desde o seu nascimento, apresentando mundialmente exposições 3D e exposições regionais presenciais com um time de artistas distintos.

Museu do Ipiranga anuncia mais dois cursos de difusão em novembro com certificado USP

Em novembro, o Museu do Ipiranga, unidade de ensino e pesquisa da Universidade de São Paulo, dá continuidade à série de aulas que apresentam e discutem a Cultura Material e a História do Brasil por meio do processo de pesquisa e de produção das exposições preparadas para a reabertura do espaço, em 2022.

Os cursos são totalmente gratuitos e online, com alcance em todo Brasil, e, neste mês, abordam os temas A pintura “Independência ou Morte!”: significados e a sua materialidade, nos dias 9 e 10, e Exposição de obras em papel: conservação, critérios e decisões, nos dias 23 e 24.

Ao todo, são 800 vagas – 400 para cada curso – e 50% delas destinadas a professores e alunos da rede pública. As inscrições devem ser feitas pela plataforma Apolo até os dias 05 e 19/11, respectivamente. Para professores e alunos, é preciso encaminhar documento comprobatório de atividade para o e-mail cursosmp@usp.br. Caso o número de inscritos exceda o número de vagas, será realizado um sorteio para a seleção.

Os cursos oferecem certificado na categoria de Difusão Cultural, emitido pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da Universidade de São Paulo, para aqueles que cumprirem a carga horária apresentada: são seis horas de duração, divididos em dois dias. As aulas são ao vivo, e contam com recursos de acessibilidade como Libras, legendagem e audiodescrição.

Confira abaixo as informações sobre os cursos oferecidos em novembro.

A pintura “Independência ou Morte!”: significados e a sua materialidade
9 e 10/11, terça e quarta-feira, das 18h às 21h
Inscrições até 5/11 no sistema Apolo
Nº Máximo de Inscrições Válidas: 400
Professores e alunos da rede pública com ênfase na rede pública universitária terão direito a 50% das vagas – encaminhar o documento comprobatório de atividade para o e-mail cursosmp@usp.br

Music Rio Academy lança 1ª edição do curso de extensão “Compra de Mídia Digital na Música”



Sempre à frente do mercado, a Music Rio Academy, escola de negócios do entretenimento do Vivo Rio, lança um novo curso de extensão. Ministrado de 18 a 22 de outubro, no formato on-line ao vivo e com cinco dias de duração, o curso “Compra de Mídia Digital na Música” tem como principal objetivo aprofundar o conhecimento dos participantes acerca das estratégias de mídia paga, plataformas de criação de campanhas de anúncios, tipos de objetivos em cada plataforma, análise de resultados e boas práticas em geral. Apresentado por Marina Mattoso, sócia da Jangada, agência de marketing digital voltada para o mercado do entretenimento, e Nathy Faria, mentora e estrategista musical, o curso é uma imersão voltada para todos os profissionais da cadeia produtiva da música que queiram criar, executar e aprender com campanhas de mídia paga em seus lançamentos e carreira. Além disso, o curso também se destina a profissionais da área de comunicação que queiram conhecer as ferramentas com o olhar do mercado musical. Completando o corpo docente estão: Naila Agostinho (Sony Music), Fernanda Cardoso (Sony Music), Natalia Pinheiro (Universal Music), Láisa Naiane (POPline.Biz MM), Brenda Carolina (Warner Music) e Natalia Costa (Youpix). As inscrições podem ser feitas pelo site oficial da escola no link https://musicrioacademy.com.br/2021/compra-de-midia-digital-na-musica/ .



O foco é proporcionar aos participantes um conhecimento mais aprofundado acerca de planejamento de mídia paga, plataformas disponíveis de self service, como Facebook Ads e Google Ads, compra de mídia com parceiros, indicação de criativos para conversão, sugestões práticas que poderão ser aplicadas imediatamente para otimizar a assertividade e o alcance de seus anúncios e análise de dados. Entre os aprendizados a serem oferecidos nas aulas estão: Pontos a se considerar na hora de separar a verba de mídia paga; Como e quando planejar o investimento em mídia paga; Planejamento de campanha de mídia paga; Como criar uma campanha de mídia paga; Imersão no Facebook Ads; Imersão no Google Ads; Planejamento de conteúdo para campanhas; Teste A-B; Marketing de influenciadores; Mídia paga em plataformas de música como Spotify; e Análise de resultados e remanejamento de investimentos.

SERVIÇO


Curso: “Compra de Mídia Digital na Música”


Data: 18 a 22 de outubro de 2021


Horário: 19h às 22h30


Modalidade: Online ao vivo


Inscrições: https://musicrioacademy.com.br/2021/compra-de-midia-digital-na-musica/

Samsung Rock Exhibition Rita Lee Abriu uma linda Exposição – Vale Conferir!

Mostra foi aberta no MIS, em São Paulo, pela secretária executiva da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, Claudia Pedroso, o diretor-geral do MIS, Marcos Mendonça, e o presidente da Dançar Marketing, Pedro Bianco.

O curador João Lee, filho da artista, Guilherme Samora, diretor artístico, e o cenógrafo Chico Spinosa exlicaram em coletiva detalhes da montagem da Samsung Rock Exhibition Rita Lee, realizada pela Dançar Marketing em parceria com o Ministério do Turismo por meio da Secretaria Especial da Cultura, com patrocínio máster da Samsung, patrocínio da XP e Porto Seguro e apoio UNINASSAU.

O diretor Guilherme Samora, para quem o mundo seria muito chato sem Rita, disse que desafio foi editar a mostra, diante de tanta coisa especial que ele viu. “Ela traz a liberdade, o desacato com amor”, emendou. João Lee falou que procurou contar toda a história de Rita, cada uma de suas fases, mas que o planeta da mãe era muito mais amplo. “Todo o acervo são personagens com as quais convivi dentro de casa minha vida toda”, reforçou. Chico Spinosa afirmou ter se arrepiado diversas vezes na montagem da exposição, por sentir a presença de Rita. Na cabeça de Spinosa ele gostaria de encerrar sua fase carnavalesca levando para a avenida no Carnaval de 2023 nada menos que Rita Lee.

João Lee disse que o sonho de sua mãe era realizar essa exposição em São Paulo, e que Rita, quando viu os manequins especialmente criados a sua imagem, semelhança e proporções, falou: “Gente, eu estou aí, é a minha cara!”. A mostra sobre a maior roqueira do planeta, abriu hoje, quinta-feira (23) no MIS (Museu de Imagem e do Som), Instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo.

“Sou dessas acumuladoras que não jogam fora nem papel de embrulho e barbante. Vou adorar abrir meu baú e dividir as histórias que as traquitanas contam com quem for visitar. Tenho recebido ajuda de uma turma da pesada: o grand maestro da cenografia é do meu querido Chico Spinosa, meu figurinista e carnavalesco da Vai-Vai; a direção é do meu multitalentoso Guilherme Samora e a curadoria é do meu filho João”, conta Rita.

“É muito emocionante. Tem uma parte dessa história que vivi com ela e tem outra que não estava aqui ainda. Então, ver essas roupas, esses momentos tomarem vida, é muito emocionante. São personagens, também, de meus sonhos e imaginação. E é a história de vida da minha mãe. E isso mexe diretamente com minha emoção”, avalia João Lee, o curador.

E essa mistura deu à exposição um jeito muito próprio, como conta Guilherme Samora, o diretor artístico. “Acredito que as pessoas vão se surpreender. Existe tanto acervo da Rita que o que enfrentamos nessa exposição foi justamente a edição do que ficaria de fora. Artigos preciosos e raridades não faltam. Por isso, ela foge do estilo de exposições com muitas reproduções ou essencialmente virtuais. Durante a montagem, fiquei arrepiado em diversos momentos, só de sentir o valor de cada peça, de cada sala. Tudo lá tem um motivo. E uma das grandes preciosidades é justamente ter o Chico Spinosa, que trabalhou com a Rita pela primeira vez em 1982, nessa viagem com a gente.”

Spinosa fala da emoção desse momento: “Encontrar com Rita Lee foi primordial para minha carreira. Alguns anos atrás, nos encontramos para fazer o especial ‘O Circo’, da TV Globo. Eu, paulista, chegando na Globo vindo da TV Tupi, fui fazer o figurino desse especial e foi um marco. Foi como tomar um lisérgico. Rita mudou totalmente a minha maneira de ver. Eu conheci o pop, eu fiquei encantado com a energia, com o colorido e com a estética que essa mulher tem. Nos encontramos outras vezes, em outros trabalhos: no manto de Nossa Senhora Aparecida para o Hollywood Rock de 1995, na Marca da Zorra, nas cabeças de Santa Rita de Sampa, na Erva Venenosa… hoje, com esse convite para a cenografia e o restauro dos figurinos para a exposição, tenho certeza de que Rita sempre foi o melhor do pop e o melhor de mim. Revendo toda a sua obra, me coloco de quatro a essa poetisa. A quem respeito muito. Nesse encontro, aos meus 70 anos, ela me dá energia e me faz mais criativo”.

Um dos destaques?  As manequins, com estudos de Spinosa e Samora, e feitas uma a uma por Clívia Cohen, em posições de Rita, com o rosto da artista em todas elas, com uma precisão surreal e excelente interpretação artística. 

A divisão das salas é temática e, em tantos casos, afetiva. E Rita tem suas preferências: “Todas as peças contam uma história diferente e engraçada. Mas o vestido de noiva que Leila Diniz usou e a bota prateada da Biba eu dou valor.  E ambos são produtos de roubo”, diverte-se Rita, ao lembrar que nunca devolveu o vestido depois de usar numa apresentação dos Mutantes e da famosa história das botas, com as quais saiu andando da butique Biba, de Londres, em 1973. Ela não só foi perdoada pela estilista Barbara Hulanicki, a criadora das botas, como ganhou dela os figurinos da tour Babilônia (1978) que também estão expostos. Assim como o piano de mais de 100 anos que era da mãe de Rita, Chesa, que foi o instrumento com o qual ela teve seu primeiro contato com a música.

O encontro e o amor de Rita e Roberto de Carvalho; a repressão da ditadura (Rita é a compositora mais proibida, segundo dados da época) e a prisão; a família; a causa animal e obras de arte da Rita têm destaque. Assim como estruturas criadas especialmente para a mostra, como o palco giratório, a manequim que levita, o Peter Pan que sobrevoa a entrada…

Um detalhe especial – e que vai levar a exposição a outro nível – é a visita guiada pela própria Rita. Através de QRCodes, os visitantes poderão ouvi-la contando sobre alas, peças, histórias… “Achamos que ia ficar simpático ter minha voz narrando as histórias das peças, me sinto mais íntima do visitante. Não seria exagero dizer que esta exposição vai ser a mais bacana até agora, porque foi pensada para dar alegria às pessoas no meio de tantas tristezas”.

Não vou contar mais nada para você ir aproveitar e entrar no mundo da nossa querida @ritalee

Guilherme Samora chama atenção para um fato: “Rita é especial. Grande estrela desse universo. Uma mulher cheia de luz e de camadas. Ela representa a liberdade, o colorido, o amor. E é justamente isso que queremos passar na exposição. Portanto, destaco aqui a liberdade criativa que a Dançar Marketing nos concedeu. É essencial ter essa liberdade e esse apoio num projeto que envolva Rita”.

Para Pedro Bianco, presidente da Dançar Marketing, o projeto é especial. “Sem dúvida alguma é uma das exposições mais significativas e marcantes na história da música brasileira. É imperdível! ‘Agora só falta você’”, afirma.

Sobre a Dançar Marketing

Com uma história repleta de pioneirismo, a Dançar Marketing movimenta o mercado de marketing cultural brasileiro há 40 anos. A empresa firmou um marco importante para a democratização cultural, sendo a primeira a realizar grandes apresentações open air no país, como “Concertos de Vinólia”, o maior evento itinerante de música clássica ao ar livre já realizado no Brasil. O projeto inaugurou o Parque Ibirapuera como ponto cultural das manhãs de domingo, colocando-o como um dos principais palcos para grandes eventos em São Paulo. A relevância e sucesso do projeto conquistou também a mídia brasileira, contando com transmissões em emissoras de rádio e canais de TV, como Cultura e Bandeirantes. Fundada em 1982 a partir da criação do primeiro periódico especializado em dança da América Latina – a Revista Dançar –, a empresa reúne milhões de espectadores em seus incontáveis espetáculos, shows, projetos proprietários e sociais. Atualmente, o grupo formado por 4 empresas oferece diversos serviços na área de entretenimento e cultura, prestando consultoria para empresas como Deloitte, Vale, Ambev, IBM entre outras. Já realizou mais de 35 projetos proprietários como Avon Women in Concert, Criação Teatral Volkswagen, Dupont Basic Sound, Viagem Nestlé pela Literatura, entre outros; exposições como Riachuelo Mostra Moda e Samsung Rock Exhibition, festivais como HSBC Music Series, Telefônica Open Jazz, C&A Pop Music, Carrefour Music Fest, Festival da Padroeira e Samsung Best of Blues and Rock, além de grandes turnês internacionais de artistas icônicos como Andrea Bocelli, Luciano Pavarotti, Sarah Brightman, Ray Charles, Buddy Guy, George Benson, Joss Stone, Diana Krall, Norah Jones, Ben Harper, Chris Cornell, Jeff Beck, Richie Sambora, Seal, Joe Satriani, Tom Morello, Zakk Wylde, entre outros.

Conheça a história da Dançar Marketing em www.dancarmarketing.com.br

Serviço | Samsung Rock Exhibition Rita Lee

Data: a partir de 23 de setembro de 2021

Local: MIS – Museu da Imagem e do Som – Avenida Europa, 158, Jardim Europa – São Paulo/SP

Horário: de terça a domingo, das 10h00 às 18h00

Ingressos: a partir de R$ 25,00, nas plataformas da Ingresso Rápido e INTI

Classificação indicativa: Livre